UMA PEQUENA HOMENAGEM A ESSE ESPETACULAR DIRETOR QUE ESSA SEMANA ANUNCIOU SUA APOSENTADORIA! AVALIE, COMENTE E COMPARTILHE!
COLATERAL (2004)(Collteral)

Direção: Michael Mann
Elenco: Tom Cruise, Jamie Foxx, Jada Pinkett Smith, Mark Ruffalo.
Com 12 anos sendo taxista, Max já levou e conheceu varias pessoas em Los Angels. Mas, em uma noite aparentemente normal, Vincent sobe em seu táxi que o trata e paga como se fosse um passageiro qualquer. Porém Vincent não é um passageiro comum, e sim um assassino de aluguel contratado por narcotraficantes. Em sua primeira corrida o assassino revela o que é após matar sua primeira de cinco testemunhas. Forçado e com medo, Max é tem agora que colaborar com a o assassino levando ele aonde ele precisa e Vincent acaba usando o taxista como proteção.





Esse é um dos melhores trabalhos de Cruise e o primeiro do  galã como vilão, assim com de Fox. Suspense policial tenso, obscuro e em algumas agoniante ao ver o desespero do pobre taxista. E com a direção do frenético e genial Michael Mann (Ultimo dos Moicanos e Ali) e suas câmeras nervosas que mostra com detalhes fantasmagórica e desértica Los Angeles de madrugada.
No roteiro original o filme se passaria em NY e somente após a entrada de Mann na direção que foi trocado para LA.
Russel Crowe e Adam Sandler eram os principais nomes para os papéis de Vincent e  Max, e Mark Rufallo ficou com a vaga que era de val Kilmer que teve que recusar o papel porque já estava envolvido com Alexendre (2004).
Nas filmagens foram foram usadas câmeras digitais em cerca de 80% das imagens e originalmente Hans Zimmer ia compor a Trilha Sonora.


SEM SPOILERS E EM 3D STEREOSCOPE!!!!





Quando monstros gigantescos ,  os Kaijus, emergem de fendas nas profundezas do Pacifico e começam a destruir cidade por cidade aonde passam, todas a nações da terra se juntam para acabar com essa ameaça. A cada um que derrotavam mais e mais Kaijus surgem e sendo assim os humanos constroem os enormes Jaegers para se defenderem. Durante anos os robôs, controlados por laços mentais dos pilotos, venceram e fazendo que seus controladores virassem celebridades. Até que um dia, os governantes viram que os Jaegers não eram mais necessários, cancelando o programa e começando a construir uma muralha em volta do Circulo de Fogo do Pacifico. Mas quando Kaijus mais poderosos começam a surgir com mais frequência, os robôs colossais que restaram são a única esperança da terra.


Com uma volta ao nostálgico período que a vida e o cinema era mais simples, quando íamos paras as sessões querendo uma ilusão e simplesmente nos embarcar no mundo da fantasia. Circulo de Fogo nos traz isso de volta, mas mostrando com efeitos incríveis, sequencias de ações colossais e muita destruição do patrimônio publico sem qualquer pudor e sem nenhuma baixa civil. O 3d do filme foi muito bem convertido, deixando você totalmente imerso nas batalhas catastróficas. Apesar de que percebi uma falha frequente no RealD, que parece não funcionar muito bem com sua visão periférica, ao contrario do Dolby3D.



Composto em maior parte de desconhecidos, o elenco é bem satisfatório. Idris Elba está impecável como  Stacker Pentecost, papel que foi recusado por Tom Cruise, provando ser um grande candidato a Lanterna Verde no filme da Liga da Justiça. Mas quem rouba a cena mesmo é o fantástico Ron Perlman, como mercador de artigos de Kaijus.

As cenas da preparação e montagens dos Jaeger são fenomenais, assim como as dos pilotos no cockpit, revelando a real escala dessas maquinas. Essa escala é muito bem representada nas batalhas na cidade. Porém a maiorias das cenas são mostradas a noite e na chuva, essa formula é em maior parte usada para disfarçar imperfeições dos efeitos visuais. 



Mas toda via Circulo de Fogo é uma fabulosa e justa homenagem aos seriados de monstros japoneses que fez a infância de muita gente inesquecível. Voltando a inocência da ilusão fantasiosa que muito tempo foi esquecida em Hollywwod. Guilermo del Toro fez um trabalho brilhante em mostrar um filme de catástrofe e monstros sem ter aquela chata premissa de americanismo, que é insuportavelmente comum em filmes desse gênero, tornando um filme globalizado.


E que venha mais homenagens como essa, que venha o remake do Fantástico Jaspion!!!